O ERP continua podendo fazer parte da transição
Adotar um IROM não exige desligar todos os sistemas no primeiro dia. A estratégia mais segura é o estrangulamento gradual: o IROM nasce na dor mais evidente, convive com o legado e assume novas etapas quando o processo já está validado.
O papel humano também muda
No ERP tradicional, boa parte do trabalho humano é alimentar e conferir telas. No IROM, a ambição é promover esse trabalho para supervisão: a máquina prepara e executa; a pessoa aprova, corrige e decide.
O critério não é ter mais inteligência artificial
Uma interface com um chatbot não muda a arquitetura de gestão. O contraste relevante é operacional: de onde o dado nasce, como a decisão é controlada, como uma ação deixa rastro e se a empresa consegue enxergar a própria máquina com clareza.